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Livros sobre Cristóvão Colon(bo) |
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Cristovão Colom Um filho de D. Fernando, Duque de Beja Por: Julieta Marques Edição apoiada pela Fundação para o Estudo e Preservação do Património Histórico-Arqueológico, Abril 2007 «Não deixem que me confundam para sempre» (Cristóvão Colom) Efabulação Histórica e Verdade Neste pequeno ensaio histórico, a autora, a partir de fontes documentais, efabula sobre o mistério das origens do grande Almirante Oceânico, apontando, como provável, a sua origem portuguesa (Cuba, no Alentejo). A tese que desenvolve é tentadora, é lógica e tem alguma solidez argumentativa. "Que o conhecimento do passado nos possa ajudar a clarificar e a compreender o nosso presente e a traçar, com mais humanidade e sabedoria, o nosso futuro" |
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Cristovam Colom Cristóbal Colón -esse (des)conhecido? Por: Roiz do Quental Edição de autor, Dezembro 2006 É verdade que, desde antes de eu frequentar a escola primária, na minha, pois, muito meninice, sempre me foi dito que quem descobrira a América fora CRISTÓVÃO COLOMBO e que este era genovês. Ficou-me na memória, em especial, aquela habilidade, que é de tradição ter ele feito e a que, posteriormente, se passou a fazer referência como sendo "o ovo de Colombo", a qual, segundo agora ainda me posso recordar, até constava de um dos textos do livro escolar de meu pai. Nunca, depois disso e até há uns anos, eu soubera algo que pusesse em dúvida o nome ou a naturalidade daquele que é geralmente tido como o descobridor da América. Acontece porém que ... Encomendar livro: abel.cardoso@acamsolawers.com.pt
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«O
Mistério Colombo Revelado»
Por: Manuel
da Silva Rosa e Eric J. Steele
Editora Ésquilo,
Outubro 2006
15 anos de investigação científica rigorosa arrasam a versão da historiografia oficial. Colombo não era genovês, mas sim um espião português ao serviço de D. João II.
A Ésquilo– Edições e Multimédia publicou, em Novembro 2006, um
ensaio de investigação histórica dedicado a vida do «descobridor da
América» conhecido em Portugal pelo nome de Cristóvão Colombo. Trata-se de
um estudo aturado com 648 páginas que marcará certamente a historiografia
colombina. Conta com o prefácio do escritor e jornalista José Rodrigues
dos Santos, autor do romance «O Codex 632», e foi apresentado sexta-feira,
27/10 em Lisboa, pelo Prof. Doutor José Carlos Calazans, historiador da
Expansão Portuguesa.
O co-autor Manuel da Silva Rosa esteve presente no lançamento em Lisboa tal como na inauguração da estátua a Colon em Cuba.
Manuel da Silva Rosa, natural da Madalena do Pico e residente nos
Estados Unidos da América desde 1973, é já foi designado como o mais
ilustrado historiador da nossa época sobre o «descobridor da América» e
O Mistério Colombo Revelado é um
novo livro escrito por este erudito historiador nesta matéria.
«(...) este livro de Manuel Rosa e Eric Steele (...) vem confirmar que, qualquer que seja o seu verdadeiro nome, é a origem nobre portuguesa que melhor explica as enigmáticas contradições em torno da vida de Colon.»
José Rodrigues dos Santos In «Prefácio»
Finalmente um trabalho de investigação histórica amplamente documentado que desmonta o embuste criado pela historiografia oficial e que oferece abundantes pistas para a descoberta do grande mistério que rodeia o «descobridor da América», e propõe a mudança da perspectiva histórica de análise. |
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Cristóvão Colon
(Colombo)
era
Português! Por Editora: Quidnovi, Maio 2006 Os Autores deste livro são um casal de emigrantes de Portugal, ambos profissionais, que triunfaram nos Estados Unidos da América! O marido emigrou para a América há mais de 60 anos. A esposa há mais de 40. Ambos somam mais de cem anos de emigração na América do Norte! Ambos têm vivido na Nova Inglaterra examinando no local os lugares históricos que analisam e descrevem nesta obra! A sua linguagem é bem clara e objectiva. Acessível a qualquer leitor. No entanto exprimem-se com veemência, firmeza e convicção! Não têm medo de ninguém na apresentação das suas ideias originais. Diagnosticam a História Marítima Portuguesa usando uma perspectiva diferente da que tem sido escrita em Portugal pelos chamados historiadores. Não poupam críticas, sejam a quem for, quando está em primeiro lugar o Património da Pátria Portuguesa! Nenhum leitor pode ficar indiferente à leitura deste livro pela informação extraordinária que contem, pelas interpretações originais dos vários monumentos e documentos históricos que apresenta. Conteúdo -
Primeira Parte |
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"O Codex 632" Por: José Rodrigues dos Santos Editora: Gradiva, 2005 A mensagem enigmática foi encontrada por entre os papéis que um velho historiador deixara no Rio de Janeiro antes de morrer. MOLOC NINUNDIA OMASTOOS Tomás Noronha, professor de História da Universidade Nova de Lisboa e perito em criptanálise e línguas antigas, foi contratado para descodificar esta estranha cifra. Mas o mistério que ela encerrava revelou-se para além da sua imaginação, lançando-o inesperadamente na pista do mais bem guardado segredo dos Descobrimentos: a verdadeira identidade e missão de Cristóvão Colombo. Baseado em documentos históricos genuínos, O Codex 632 transporta-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. «Tomás apercebeu-se de uma folha solta, duas linhas firmes, quatro palavras redigidas com inusitado cuidado, as letras rabiscadas em maiúsculas, pareciam rasgar o papel, a caligrafia revelando contornos obscuros, insinuantes, como se encerrasse uma arcaica fórmula mágica, criada por antigos druidas e esquecida na névoa dos séculos. Quase irreflectidamente, sem saber bem porquê, como se obedecesse a um velho instinto de historiador, aquele sexto sentido de rato de biblioteca habituado ao mofo poeirento dos velhos manuscritos, inclinou-se sobre a folha e cheirou-a; sentiu emergir dali um odor arcano, um aroma secreto, uma fragrância transportada por um mensageiro do tempo. Como um encantamento esotérico, que nada revela e tudo sugere, aquelas palavras indecifráveis exalavam o enigmático perfume do mistério. MOLOC NINUNDIA OMASTOOS» |
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"COLOMBO"
PORTUGUÊS
Provas Documentais, 2 vol. Por : Mascarenhas Barreto Editora Nova Arrancada, 1997 Revelações e provas - de que Cristóvão Colom nunca se chamou Colombo, mas que usara também o apelido de Guiarra ou Guerra - de que toda a correspondência epistolar atribuída a Colom, referente a relações com o banco de Génova e com quaisquer italianos é uma fraude forjada ulteriormente - do ano em que Colom nasceu, segundo os seus próprios escritos; de que este navegador português nada tinha a ver com o cardador de lãs Colombo, nascido em Génova - de que Colom não sabia italiano e só podia ter estudado na Universidade de Lisboa - irrefutáveis, por documentos da Torre do Tombo, de que Colom era filho do Infante D. Fernando, Duque de Beja, e de D. Isabel da Câmara; neto do Rei D. Duarte e de João Gonçalves Zarco |
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"O Português
Salvador Fernandes Zarco"
vulgo Cristóvão Colombo, o redescobridor da América Por: Francisco Pinto Cabral Editora: Thesaurus (Brasil), 1993 A presente obra, baseada na tese do Professor Augusto de Mascarenhas Barreto, que nela trabalhou 17 anos, analisando exaustivamente a documentação existente na Torre do Tombo, destrói de maneira irretorquível, a lenda italiana do tecelão genovês Cristóvão Colombo que teria descoberto a América em 1492. A América foi realmente descoberta em 1452, pelo navegador português Diogo de Teive. O homem que chegou ao Novo Mundo em 1492, chamava-se Salvador Fernandes Zarco, príncipe português, filho bastardo do Príncipe Dom Fernando, oficialmente a serviço dos Reis Católicos (Fernando e Isabel), mas na verdade, a serviço do Rei Dom João II, de Portugal |
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"O português Cristóvão Colombo"
Agente Secreto do Rei D. João II Por: Mascarenhas Barreto Editora: Referendo, 1988 "The Portuguese Columbus" Secret Agent of King John II Por: Mascarenhas Barreto Editora: McMillan (Grã Bretanha), 1992 Popularly Columbus is identified as the son of an Italian woll-dealer from Genoa, but his true origins are shrouded in mystery. Why did he never speak or write Italian? How could a Genoese peasant marry a woman of noble birth in a sociaty where class boundaries are insuperable? Why did he never sign his name? Why did he first sail to Lisbon on his return from his voyage of 1492 and not to Spain? How could he have the knowledge of cosmology and nautical science if he only studied at a place where such knowledge is known not to have beeen taught? These and many other questions have puzzled historians for centuries and as yet no really satisfactory answers have been given |
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"D. CRISTÓBAL COLOM
OU SYMAM PALHA" NA HISTÓRIA E NA CABALA Por: Pestana Júnior Edição de autor, 1928 Quem mergulha fundamente na época em que domina João II, ao qual o pai entrega aos vinte anos o governo do Reino, e que nele fica definitivamente associado desde a volta de França de Afonso V, sente que a nacionalidade, que vinha a definir-se desde o Mestre de Avis, teve no Prínvcipe Perfeito o governante que lhe deu a armadura política e a estrutura jurídica que formaram o moderno Estado Português.(...) A figura de mistério e de lenda do primeiro Almirante das Índias de Castela tem dado farto cabedal às literaturas da Europa e da América para o romance e para a história novelesca dos últimos oitenta anos. |
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"será
COLOMBO
português ?" Por: Patrocínio Ribeiro Editora: Prefácio, 2000 (da versão original em 1927) cristóvão Colombo foi uma das figuras mais emblemáticas dos Descobrimentos. querendo encontrar um caminho marítimo para a Índia pelo ocidente, deparou-se com um continente cheio de potencialidades. A repercussão que essa descoberta teve para a política e economia mundial é bem conhecida. Mas de onde veio este navegador? Onde nasceu e onde aprendeu a sonhar? A tese mais reconhecida defende que Cristóvão Colombo era de Génova, uma cidade de comerciantes e navegantes. Os espanhóis afirmam que ele terá sido indubitavelmente espanhol. Mas muitos indícios nos levam a crer que ele seja de origem portuguesa.
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